Entenda o Tesouro Direto

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 Para que um país tenha condições de existir de forma soberana faz-se necessário que seja regido por um governo federal. O governo conduz a política geral do país e dirige a administração pública, que executa a política do estado; ele tem funções políticas, legislativas e administrativas.

As principais funções de um governo são:

  • Negociar com outros Estados ou organizações internacionais;
  • Propor leis à Assembleia da República;
  • Estudar problemas e decidir sobre as melhores soluções (normalmente fazendo leis);
  • Fazer regulamentos técnicos para que as leis possam ser cumpridas;
  • Decidir onde se gasta o dinheiro público;
  • Dar suporte às necessidades báscias como educação, saúde, infraestrutura, etc.;

Por que o governo necessita emitir títulos?

O dinheiro público, angariado pelo governo por meio da cobrança de impostos, nem sempre é suficiente para arcar com todos seus custos.

Quando o governo apresenta um deficit (veja Deficit – o que significa?), ou seja, gasta mais do que arrecada, torna-se necessário emprestar dinheiro da sociedade (pessoas jurídicas ou pessoas físicas) sob a promessa de remunerar o dinheiro emprestado com juros atrativos no mercado; a forma de fazer isto é emitir títulos públicos para financiar as suas atividades.

O órgão responsável pela emissão dos títulos é a Secretaria do Tesouro Nacional. Quando uma pessoa compra títulos públicos, está emprestando dinheiro ao governo, e ao resgatar estes títulos, recebe o dinheiro investido somado aos juros aplicados a cada tipo de título.

Por que o Tesouro direto é um investimento?

A oferta de títulos para a sociedade, o Tesouro Direto, é um tipo de investimento de renda fixa, ou seja, o investidor já conhece as condições sob as quais o seu investimento será remunerado, mas não necessariamente a sua rentabilidade final. Por exemplo, ele sabe que o seu rendimento é dado pela taxa SELIC, mas não sabe se a taxa SELIC será de 10% a.a. ou 11% a.a. durante todo o período de investimento.

Recomendamos a leitura de Em Busca do Tesouro Direto, de Sami Dana e Miguel Longuini, para conhecer mais detalhes sobre os títulos públicos.

Existem várias modalidade de títulos públicos que diferem quanto ao prazo para o vencimento e regras de remuneração pois existem títulos públicos prefixados e pós-fixados.
Há títulos de curto, médio e longo prazo e, a princípio, quanto maior o prazo para o vencimento, mais sensível é o preço do título às alterações nas taxas de juros.

Para os títulos pré-fixados, sabe-se exatamente quanto se irá resgatar, desde que o resgate seja feito na data de vencimento do título. Esses títulos são indicados para o investidor que acredita que a taxa prefixada será maior que a taxa de juros básica da economia.

Já os títulos pós-fixados têm a rentabilidade atrelada a alguns indexadores como a taxa Selic e IPCA. Dessa forma, a rentabilidade da aplicação depende do desempenho do indexador e da taxa contratada no momento da compra.

Desta forma, o investidor deve conhecer as características de cada tipo para buscar o que mais se ajusta ao seu perfil e objetivos financeiros.
 

 
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